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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Você sabia que alguns alimentos têm o poder de deixar você mais feliz?

Frase do dia:
"Um dia sem risos é um dia desperdiçado"
Chales Chaplin

Pesquisadores de universidades como Harvard e Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostram que aumentar a ingestão de fibras e diminuir o consumo de gorduras e álcool pode diminuir as dores de cabeça e que o consumo de pratos ricos em ômega 3 afastam as chances de depressão.

Alimentos que fazem bem ao corpo e aumentam a felicidade:

Alimentos ricos em vitamina B12 e ácido fólico (carnes magras, as folhas verdes escuras, os ovos e as leguminosas). As duas vitaminas ajudam a equilibrar o sistema nervoso central e afastam o risco de demências. Em países onde a ingestão de B12 e ácido fólico é alta, o risco de depressão é baixo.
Frutas e verduras - Donos de uma concentração altíssima de vitaminas, minerais e antioxidantes, estes alimentos regulam o intestino e fornecem energia. Pessoas que consomem frutas e verduras todos os dias são 11% mais saudáveis do que aqueles que não têm o hábito de comê-las com regularidade. O ideal é comer de 400 a 600 gramas (ou dois copos de requeijão cheios) de legumes e frutas todos os dias.

Alimentos ricos em selênio - Poderoso antioxidante, o selênio protege as funções cerebrais e podem diminuir a depressão ligada ao envelhecimento. Basta comer uma castanha-do-pará por dia para suprir a necessidade deste mineral. Além da castanha, também está presente nos grãos integrais, nos feijões, nas carnes magras, nos laticínios desnatados e nos frutos do mar.Peixe - Comer peixe no mínimo três vezes por semana traz uma série de benefícios para a saúde. Homens e mulheres com uma dieta rica em ômega 3, encontrado no salmão, na sardinha, na truta e no atum, têm menos sintomas depressivos, indica um estudo da Universidade do Tennessee, EUA.Chocolate amargo - Capaz de aumentar a produção de endorfinas, o chocolate amargo também é rico em polifenois que protegem as artérias. Um estudos mostram que homens que comem uma barra de chocolate amargo diariamente têm um risco menor de infartos . Mas, para obter os efeitos benéficos sem engordar, basta comer uma barra pequena (30 gramas).
Alimentos ricos em vitamina D - Mulheres com pouca vitamina D no organismo têm mais tensão pré-menstrual (TPM), são mais ansiosas e costumam ser mais deprimidas. A vitamina D é sintetizada pelo contato dos raios solares com a pele, mas a alimentação também pode dar uma ajudinha. Fígado de boi, queijos e gema de ovo são ricos na substância. Vale a pena também investir em alimentos fortificados com a vitamina D, principalmente leite e iogurte, sucos e cereais integrais.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Você sabe o que é CRAVING?

Frase do Dia:

"Você não pode mudar as pessoas. Você deve ser a mudança que deseja ver nelas".
Gandhi

Craving é um fenômeno que resulta em respostas fisiológicas e psicológicas a partir de um forte desejo para obter e consumir determinada substância. O anseio por essa substância estaria associado com indicadores que lembram o reforço positivo e não com indicadores que evocam a abstinência.

O Craving é caracterizado por um ataque súbito, irresistível para comer com urgência um alimento em particular, fora das refeições, habitualmente chocolate, doces, sorvete ou outros alimentos ricos em carboidratos e gorduras.

A pessoa sente grande ansiedade e vontade irrefreável de ingerir aquele alimento. Ao fazê-lo obtém alivio momentâneo e, se estiver em processo de emagrecimento, esse alívio é seguido de culpa, que reforça a ansiedade, que leva a comer de novo, em círculos viciosos.
O craving pode ser visto por um ponto de vista fisico e psicológico. No caso de compulsão por chocolates em que grande parte das calorias provem de carboidratos, que interferem na produção de serotonina, neuro transmissor que modula o sistema nervoso.

Outra porção deriva da gordura, que elevaria os níveis de endorfina, substancia que produz prazer e alivia a tensão. Alem da presença de cafeína e da teobromina (componente do cacau) o chocolate contém feniletilamina, que eleva a produção de endorfina.

Essa reação bioquímica é imediata e se processa com pequenas quantidades de chocolate.

Se a pessoa está em processo de emagrecimento, provém à culpa, a ansiedade como conseqüência de ter comido, a sensação de descontrole, o medo de “ter estragado tudo” e esse novo desconforto leva a um ato compulsivo.
Boa parte das pessoas associa o chocolate a momentos felizes da vida, e nos momentos em que sentem algum desconforto interno, como ansiedade, stress ou depressão acabam por se amparar nesses atenuantes.

Desde os primordios que os alimentos são considerados como ansioliticos e antidepressivos, essa associação cria um “atalho” cerebral em nível emocional muito precoce e poderoso que poderá ser indevidamente disparada levando a procura por esses alimentos que aliviam provisoriamente esse mal estar.

Os “chocolatras” que necessitam emagrecer entram em depressão quando o chocolate é suprimido e abandonam a dieta, razão pela quais muitas nutricionistas incluem pequenas porções na reeducação alimentar.

Quando o chocolate representa algo mais que isso, quando atua como suavizante para emoções das quais a pessoa não tem consciência, deve ser trabalhada psicologicamente.
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